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Reportagens sobre as obras de SVB e entrevistas

Jornal “Hoje em Dia” (29/08/2015): “Sergio Vilas-Boas volta ao terreno da ficção após se enveredar por vários projetos“.

Jornal “Estado de Minas” (17/07/2015): “Sergio Vilas-Boas aborda a distância entre duas gerações em novo livro“.

Site aescotilha.com (08/07/2015): “Do que é feita a solidão? Sergio Vilas-Boas discute os conflitos de gerações e as angústias de um homem soterrado pelas dores do passado“.

Jornal “Gazeta do Povo” (22/06/2015): “Sergio Vilas-Boas mergulha no conflito de gerações: ‘A Superfície Sobre Nós’ marca o retorno à ficção do escritor que venceu o Prêmio Jabuti em 1998“.

Jornal “Gazeta do Povo” (22/06/2015): “Entrevista: ‘A grande luta de quem escreve histórias é evitar enquadramentos teóricos’”.

“Revista da Cultura” (junho, 2015, seção “Preferidas”): “A arte do autoconhecimento“. 

Revista “Cásper” (nº 14, dezembro, 2014): “Os ‘exercícios de admiração’ de Sergio Vilas-Boas“.

Jornal “Hoje em Dia” (29/09/2014): “Cada indivíduo é um universo: escritor Sergio Vilas-Boas fala sobre ‘o Mundo dos Outros’ e o seu“.

Jornal “Correio Braziliense” (20/09/2014): “Todos somos personagens: autor de ‘O Mundo dos Outros’, jornalista Sergio Vilas-Boas  conta os segredos do aretesanato de um Perfil“.

Portal CásperLibero.edu.br (agosto/2014): “‘O Mundo dos Outros’ é também o nosso“.

Mais comentários sobre as obras de SVB

Embora se trate de personagens cujas trajetórias de vida são tão diferentes entre si, todos aqui parecem ter algo em comum, irmanados que estão pela técnica incisiva e cortante por meio da qual Vilas-Boas concebe seus retratos. (…) Os textos primam pela concisão. Não aquela ligada à brevidade do vazio e da superficialidade tão em voga em tempos de abundância de informação e escassez de experiências narrativas. (…) Seus textos estão a serviço da investigação biográfica discreta, diligente, delicada, que não necessita mergulhar fundo nas misérias e grandezas do homem. Antes, tal investigação constitui um exercício de modalização subjetiva, voltado à observação sensível do efêmero, do banal, do acessório. Como se, por meio de tais elementos, pudéssemos privar um pouco da essencialidade dos seres biografados. (…) E no último texto do livro, o ensaio intitulado “A arte do perfil”, Vilas-Boas recupera a história do gênero que é considerado hoje em dia uma espécie de oásis de invenção e criatividade em meio à aridez da atividade jornalística produzida em escala industrial. (…) Sergio Vilas-Boas faz do interesse por 22 pessoas um belo e denso exercício de admiração – linguística, jornalística e humana – pelo outro, convertendo tais indivíduos em personagens cujas trajetórias tão diferentes das nossas estão plenas de significação muito próxima de nós. (Welington Andrade, crítico literário e professor de literatura na Faculdade Cásper Líbero, sobre o livro “Perfis: O Mundo dos Outros”)

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“O autor brinda seus leitores com 22 histórias a um só tempo iguais e diferentes. Diferentes porque cada ser humano tem seu próprio perfil, sua individualidade, história; e iguais pelo desejo maior que move o autor: a revelação de um conjunto de fatores que, somados, mostram seres humanos diferentes que frequentam como iguais o universo especial da fama e do sucesso, este sim, em maior ou menor grau. (…) Mas o livro de Sergio Vilas-Boas vai além do próprio conteúdo. Pode ser curtido também como se fosse um curso intensivo sobre ideias de bem escrever, de dominar o chamado Jornalismo Literário, especialmente o produto perfil.  (Luiz Recena, “Jornal da ANJ”, # 252, dezembro, 2014, p.22, sobre o livro “Perfis: O Mundo dos Outros”)

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Seu livro “Biografismo” é uma beleza de escrita, de montagem estrutural, com uma tremenda qualidade literária. Inteligentíssimo. Você não leu em vão todos aqueles autores norte-americanos, tirou dali o que há de melhor. Estou lendo com o maior fascínio. Pena que não fiz essa leitura antes de nossas palestras, pois teria tido a oportunidade de comentar sobre seu texto. É uma alegria descobrir um autor, cada vez mais rara. Você é um tremendo autor. Eu estava mesmo desconfiada, pela alta qualidade de sua fala. (Ana Miranda, autora dos romances “Boca do Inferno” e “Semíramis“, entre outros)

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O jornalista e pesquisador Sergio Vilas-Boas é, hoje, um dos mais respeitados especialistas do país no campo do jornalismo literário e biografias. Pertence ao núcleo pioneiro de profissionais que estimularam o debate, na academia, sobre o papel das narrativas de não-ficção no jornalismo contemporâneo. (Rodrigo Manzano, revista “Imprensa”, novembro de 2008, sobre o livro “Biografismo”.)

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Vilas-Boas pode ser considerado um dos maiores especialistas em narrativas biográficas na atualidade. Sua pena não escreve apenas a linguagem da ciência, mas também da arte. Além de teorizar sobre o assunto, ele tem larga produção na área. (Marcos Stefano, “Jornal da ABI”, julho de 2008, sobre o livro “Biografismo”.)

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Os autores que assinam as matérias reunidas neste livro colocam nos seus trabalhos algo mais: o seu estilo, o seu ângulo de observação e a marca de sua sensibilidade; a possibilidade de construir um microcosmo e uma atmosfera, e personagens que, tais como os de uma obra de ficção, passam a pertencer ao repertório afetivo do leitor. São personagens com os quais o leitor se identifica e dos quais não mais se esquece. (Carlos Ribeiro, jornal “Rascunho”, março de 2008, sobre o livro “Jornalistas Literários”.)

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Em apresentação brilhante, o organizador de “Formação & Informação Ambiental”, Sergio Vilas-Boas, chama a atenção para o fato de jornais e jornalistas contribuírem com a degradação ambiental, não apenas com a produção de lixo doméstico, mas muito mais com a não produção de matérias aprofundadas sobre o meio ambiente. E, de fato, ao longo dos capítulos, é evidente que o livro clama por mutações no jornalismo. (Maria das Graças Targino, revista “Comunicação & Sociedade”, setembro de 2004, sobre o livro “Formação & Informação Ambiental”.)

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Uma crítica à forma pela qual, em geral, a imprensa costuma analisar biografias. (Haroldo Ceravolo Sereza, “O Estado de S.Paulo”, 26/09/2002, sobre o livro “Biografias & Biógrafos”.)

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Texto de fácil leitura e grande interesse. (Maurício Stycer, “Carta Capital”, 18/09/2002, sobre o livro “Biografias & Biógrafos”.)

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Vilas-Boas coloca no centro das atenções uma figura até agora esquecida: o biógrafo. Porque, se o biografado deve ser a estrela da obra, o biógrafo é aquele que sabe fazê-la brilhar. (Renata de Albuquerque, Capitu.com.br, 01/01/2003, sobre o livro “Biografias & Biógrafos”.)

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O texto de Sergio Vilas-Boas é claro, didático e acessível a qualquer leitor médio. Nem por isso a obra perde sua consistência acadêmica, sendo uma lição de jornalismo para estudantes e pesquisadores da área de comunicação, salientando nuances interessantes e, em geral, pouco abordadas nos cursos universitários. (Samy Adghirin, “Correio Braziliense”, 22/02/2003, sobre o livro “Biografias & Biógrafos”.)

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O autor procurava as razões de [os seus personagens] continuarem por lá mesmo em face do gradual ruir do ideal sonhado. Tocou-as. De uma centena de casos extraiu um painel em cuja mobilidade é perceptível o seu próprio – e nada gideano – auto-retrato. (Adriana Méola, revista “República”, julho de 1998, sobre o livro “Os Estrangeiros do Trem N”.)

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A experiência dos imigrantes brasileiros em Nova York é significativa de todos os migrantes do sul do mundo. Todos deveriam saber que esse livro, de Sergio Vilas-Boas, existe. (Antonio Skármeta, revista “República”, julho de 1998, sobre o livro “Os Estrangeiros do Trem N”.)

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Como jornalista, Sergio dá um banho de informações, e é extremamente correto na exposição de tudo o que aprendeu do assunto. (…) revela um mundo fantasioso e ilusório. Viver para o dólar é uma esperança furada. (Jefferson de Andrade, jornal “Estado de Minas”, 14/10/1997, sobre o livro “Os Estrangeiros do Trem N”.)

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Não se pode negar o interesse sociológico desta obra inquietante. (Oscar D’Ambrósio, “Jornal da Tarde”, 6/12/1997, sobre o livro “Os Estrangeiros do Trem N”.)

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Aí o paradoxo vivido pelos brasileiros: para ter aqui a promessa de uma conta bancária melhor, descem ao inferno do trabalho escravo, da exploração humilhante, da perda de identidade (mas que identidade o Brasil dá a seus filhos?), da desumanização. Essa aventura sombria é mostrada no livro com uma clareza solar, sem perder o prumo da escrita límpida. (Francisco de Morais Mendes, jornal “O Tempo”, 02/01/1998, sobre o livro “Os Estrangeiros do Trem N”.)

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Livro curtido no suspense, na emoção e na informação, trinca de medidas certeiras para provocar um encontro literário entre os que ficaram no Brasil “pra ver como o que acontece” e os que se foram “antes do naufrágio”. (José Carlos Fernandes, jornal “Gazeta do Povo”, 26/01/1998, sobre o livro “Os Estrangeiros do Trem N”.)

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Num relato ágil e romanceado, que prende a atenção desde a primeira nevasca até o suspense final, Sergio, na verdade, escreveu uma grande-reportagem. (Vera Schmitz, jornal “Estado de Minas”, coluna “Recomendamos”, 05/11/1997, sobre o livro “Os Estrangeiros do Trem N”.)

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Vilas-Boas criou dois personagens que representam os imigrantes legais e ilegais da vida real. (“Jornal do Brasil”, caderno “Idéias”, coluna “Lançamentos”, 01/11/1997, sobre o livro “Os Estrangeiros do Trem N”.)

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Com agilidade e maestria, o autor transita entre reportagem e romance, debruça-se sobre o caráter humano e, mais especificamente, sobre o choque cultural das pessoas que tentam resolver seus problemas pelo “distanciamento físico”, sem perceber que os problemas se resolvem com “atitudes”. (Mariza Figueira, jornal “A Gazeta”, 27/10/1997, sobre o livro “Os Estrangeiros do Trem N”.)

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Com a bagagem de quem experimenta com as palavras, como jornalista e escritor, Sergio Vilas-Boas notou a dificuldade das pessoas da área em sair do concreto, do imediato, das regras aprendidas na escola, desta forma padronizada e industrial que impera no jornalismo diário. (Clara Arreguy, jornal “Estado de Minas”, 20/08/1996, sobre o livro “O Estilo Magazine”.)

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No mínimo, o que se pode dizer do livro de SÉRGIO VILAS-BOAS é que ele é oportuno e curioso. Isso porque, até então, poucas são as publicações sobre o texto em revista, e, ainda hoje, nos cursos universitários de comunicação social, notadamente nos de jornalismo, o conteúdo e a forma da revista são relegados a um plano secundário ou, simplesmente, esquecidos. (Maria das Graças Targino, INTERCOM – Revista Brasileira de Comunicação, v. 19, n. 1, 1996, sobre o livro “O Estilo Magazine”.)