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LIVROS (ORG.)
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JORNALISTAS LITERÁRIOS
Narrativas da vida real por novos autores brasileiros
Summus, 2007, 320 págs.
As histórias (reais) reunidas neste livro são uma amostra de que é possível reeducar o olhar para a reportagem criativa, respeitando os mestres do gênero. Muitos jornalistas brasileiros “angustiados” podem agora bater no peito e dizer: “yes, nós também sabemos fazer”; “yes, nós também podemos responder, pelo jornalismo, à necessidade humana intrínseca por narrativas”
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O modo como os autores trabalharam é JL na veia: intensivo trabalho de campo, conversando ativamente, acurado senso de detalhe, pesquisa constante, técnica de expressão depurada e uma mentalidade (uma maneira de ver a natureza e o ser humano) adequada aos desafios de hoje.São autores jovens, a maioria na faixa dos 25 anos, formados pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL), da qual SÉRGIO VILAS-BOAS é co-fundador e professor.
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FORMAÇÃO & INFORMAÇÃO AMBIENTAL
Summus, 2004, 208 págs.
“Ambiental” traz à tona esclarecimentos e vivências sobre seis assuntos básicos do jornalismo sobre meio ambiente: energia, água, alimentos, ecossistemas, empresas e cidades. Seis autores altamente comunicativos mostram o que a imprensa faz, deixa de fazer ou poderia estar fazendo para capturar a atenção das pessoas para o problema da sustentabilidade.
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Os artigos partem da premissa de que o comunicador social deve se aprofundar em um assunto de maneira sistêmica, e de que o público precisa se situar (ou ser situado) nesse turbilhão de dados desconexos próprio do atual momento histórico.Mais e mais pessoas desejam ir além, querem aderir a experiências construtivas concretas, dando novo significado à lógica do consumismo ou mesmo recusá-la. O meio ambiente é um setor de cobertura que trafega entre a economia, a política, a ciência e a cultura. Os profissionais dessa área alimentam, no fundo, o ideal de defender todas as formas de vida, o que é nobre. Mas a imprensa cotidiana tem valorizado o ambiental como especialidade? As matérias orientam ou desorientam o público?
Neste livro, você encontra conexões instigantes para responder a estas e outras perguntas; as provocações vão da utopia à realidade, do problema às soluções, do incidente aos processos, do viável ao justo, do jornalismo “ausente” ao “ecojornalismo”. Leitura imprescindível para repórteres, leitores, telespectadores e internautas preocupados com o futuro do planeta.
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Cultura
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FORMAÇÃO & INFORMAÇÃO ECONÔMICA
Summus, 2006, 128 págs.
A hiperinflação, que assolou o Brasil por mais de uma década até 1994, estimulou nos noticiários o chamado “jornalismo de serviços”, com informações práticas sobre como lidar com aplicações, prestações de casa própria, impostos e taxas escolares, custo de vida e defesa do consumidor e outros assuntos de interesse da classe média.
Mas esse tipo de jornalismo ainda convive hoje com matérias que somente especialistas as entendem, e que não levam em conta a inseparável conexão entre a política e a economia, criando a ilusão de que esta é uma máquina autônoma, unicamente evolutiva e de exatíssima matemática. |
Este livro reúne seis artigos fundamentais sobre: macroeconomia, mercado financeiro, negócios, consumismo, comércio internacional e cobertura setorial.
Sem perder de vista as questões técnicas e as vivências pessoais, os seis autores reconhecem o jornalismo sobre economia como uma especialidade com ética própria, a qual se deveria somar alguma “correção humanitária”.
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Siciliano
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